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Conheça o tratamento com MMP

Conheça o tratamento com MMP

16/06/2017

A Microinfusão de Medicamento na Pele (MMP) é um método inovador. O tratamento com MMP consiste em aplicar a medicação diretamente nas camadas superficiais da pele com o auxílio de um aparelho. O equipamento é o mesmo utilizado por tatuadores, porém, no lugar da tinta, é colocado um medicamento.

A Microinfusão de Medicamento na Pele trata várias condições. Por exemplo, queda de cabelo (alopecia), melasma, cicatrizes de acne, lesões pré-cancerígenas, queloide, vitiligo, psoríase, estrias e lesões na pele causadas pela exposição ao sol.

Para cada caso, o dermatologista prescreve um medicamento específico. Em pessoas com alopecia, podem ser usadas vitaminas, fatores de crescimento e bloqueadores enzimáticos. O melasma é tratado com medicação despigmentante. Todos os fármacos são aplicados com cuidado e de maneira uniforme para não comprometer o resultado. As substâncias agem por um longo período na pele.

Mesmo assim, dificilmente o problema de saúde na pele se resolve em uma só sessão de tratamento com MMP. Geralmente, é preciso retornar ao consultório do dermatologista para realizar mais aplicações do medicamento. O número de sessões varia de acordo com a necessidade e o problema a ser tratado. O intervalo entre cada uma delas deve ser de, no mínimo, um mês.

O tratamento com MMP pode ser realizado em qualquer parte do corpo onde a pele precise de cuidados. Os resultados diferem de pessoa para pessoa, pois dependem muito de como o organismo reage aos medicamentos que são aplicados. Em geral, no tratamento para queda de cabelo, por exemplo, é possível notar melhora após a realização de três sessões.

O uso da técnica é combinado ao tratamento clínico, feito com medicação via oral ou de uso tópico, conforme o caso. No decorrer da terapia, o dermatologista acompanha a evolução da paciente e avalia a necessidade de submetê-la a mais sessões.

Principais condições em que o tratamento com MMP é eficaz

Queda de cabelo (alopecia)

Alopecia areata é uma doença inflamatória que provoca a queda de cabelo. Diversos fatores estão envolvidos em seu desenvolvimento, como a genética. Fatores emocionais, traumas físicos e quadros infecciosos podem desencadear ou agravar o quadro.

Melasma

Melasma é uma condição que se caracteriza pelo surgimento de manchas escuras na pele, mais comumente na face. Afeta mais as mulheres, mas pode ser vista, também, em homens. Muitas vezes, sua ocorrência está relacionada ao uso de anticoncepcionais, à gravidez e, principalmente, à exposição solar. A predisposição genética também influencia no desenvolvimento desta condição.

Lesões pré-cancerígenas

São provocadas pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem o tecido cutâneo. Podem se assemelhar a pintas, eczemas e outras lesões benignas. Assim, conhecer bem a própria pele e saber em quais regiões existem pintas faz toda a diferença na hora de detectar qualquer irregularidade.

Vitiligo

A doença é caracterizada por lesões cutâneas, hipopigmentadas ou seja, manchas brancas na pele com uma distribuição característica.  O tamanho das manchas é variável. O vitiligo possui diversas opções terapêuticas, que variam conforme o quadro clínico de cada paciente. O dermatologista é o profissional mais indicado para realizar o diagnóstico e o tratamento da doença.

Psoríase

A psoríase é uma doença de pele relativamente comum, crônica e não contagiosa. É cíclica, ou seja, apresenta sintomas que desaparecem e reaparecem periodicamente. Sua causa é desconhecida, mas sabe-se que pode estar relacionada ao sistema imunológico, às interações com o meio ambiente e à suscetibilidade genética.

Estrias

As estrias surgem quando as fibras elásticas e colágenas (responsáveis pela firmeza da pele) se rompem e formam “cicatrizes”. Ocorrem mais em mulheres e podem ser discretas ou mais visíveis.