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Pele mais jovem: ácido poli-L-láctico estimula a produção natural de colágeno

Pele mais jovem: ácido poli-L-láctico estimula a produção natural de colágeno

30/06/2017

O ácido poli-L-láctico é uma substância muito antiga, porém,cada vez mais utilizada para deixar a pele mais jovem. Uma das vantagens desse tratamento dermatológico é o estímulo à formação natural de colágeno. Por isso, é um dos mais indicados no combate à flacidez.

O colágeno é uma proteína natural em nosso corpo, responsável por sustentar a pele. Gradativamente, a partir dos 25 anos, o organismo diminui a produção dessa substância. Como consequência, a cútis começa a perder o tônus e a flacidez aparece, progressivamente.

Existem algumas formas de repor o colágeno perdido para voltar a ter uma pele mais jovem. Um dos recursos que tem demonstrado bons resultados é o uso do ácido poli-L-láctico. É possível aplicá-lo em quase todo o corpo: rosto, pescoço, nádegas, coxas, entre outras áreas. Trata desde a celulite até as estrias.

Os poucos locais em que o ácido não pode ser utilizado são a testa, o nariz, os lábios e regiões de muito movimento e pouco tecido subcutâneo.

Como é o tratamento com ácido poli-L-láctico para deixar a pele mais jovem

Dependendo do problema de pele a ser tratado e das condições da paciente, é aplicada uma determinada quantidade do produto. Essa definição é feita pelo dermatologista, de acordo com o grau de flacidez e a idade da pessoa.

Em muitos casos, o tratamento com ácido poli-L-láctico pode retardar (ou, até, dispensar) a necessidade de realizar uma cirurgia plástica para deixar a pele mais jovem.

Depois de cada aplicação, é possível observar a melhora natural e progressiva da pele. Cerca de 20 dias após a primeira sessão, os resultados começam a aparecer. O efeito do tratamento permanece por, até, dois anos, mas é preciso realizar uma manutenção periódica para garantir que ele seja preservado.

O retorno ao consultório para uma nova sessão só é permitido após dois meses. Esse é o intervalo mínimo entre as aplicações e ele precisa ser respeitado. Para cada paciente, o dermatologista define o número de sessões necessárias, conforme avaliação prévia.

O médico determina a área em que a substância precisa ser injetada, realiza uma anestesia local e introduz o ácido na pele com uma agulha. Depois, massageia o ponto de aplicação e orienta a paciente sobre os cuidados que precisa adotar em casa, por uma semana. Alguns deles são evitar expor-se ao sol e fazer compressas geladas para prevenir o inchaço e os hematomas. Seguir todas as recomendações médicas é a melhor forma de garantir a eficácia do tratamento com o ácido poli-L-láctico, que só deve ser aplicado por um dermatologista que domine a técnica.